Tradução juramentada da sua carta de condução
A tradução juramentada da carta de condução é a tradução oficial da sua carta, assinada e carimbada por um tradutor juramentado nomeado pelo MAEC, com plena validade perante a DGT, os tribunais, as seguradoras e as autoridades estrangeiras. É o requisito habitual para a troca de uma carta emitida fora da UE em Espanha — e para que a sua carta espanhola seja aceite nos países que a exigem. Trabalhamos com 39 línguas, com cotação fechada antes de começar e entrega em cerca de la fecha acordada úteis, em digital e em papel.
Cotação gratuita e sem compromisso · Última atualização: agosto de 2026
- Tradutores nomeados pelo MAEC
- Entrega em la fecha acordada úteis
- Mais de 400 avaliações no Google
- Em digital e em papel
Quando é preciso traduzir a carta de condução?
Vai precisar dela em dois sentidos: quando uma carta estrangeira tem de produzir efeitos em Espanha — o caso mais frequente é a troca junto da DGT — e quando a sua carta espanhola tem de valer no estrangeiro. A regra geral é simples: se a entidade que a vai analisar não lê a língua da carta, pedirá uma tradução juramentada.
A sua carta estrangeira, perante a DGT
Se a sua carta foi emitida fora da UE ou do EEE, os procedimentos espanhóis exigem normalmente a sua tradução juramentada:
- Troca da carta por uma espanhola quando fixa aqui a sua residência. A DGT indica a documentação exata de cada procedimento.
- Processos judiciais ou de seguro após um acidente de viação, quando o tribunal ou a seguradora exigem a carta traduzida.
- Comprovar a sua experiência de condução perante escolas de condução, empresas de transporte ou seguradoras.
A sua carta espanhola, no estrangeiro
Fora da UE, cada país fixa as suas regras — e muitos pedem a carta na sua língua:
- Residência ou trabalho num país que exige trocar ou registar a carta espanhola.
- Aluguer de viaturas em destinos onde a agência pede a carta traduzida ou homologada.
- Procedimentos administrativos em que a carta serve de documento de identificação complementar.
A licença internacional de condução e a tradução juramentada não são a mesma coisa. A licença internacional é um documento complementar que se trata junto da DGT; acompanha a sua carta no estrangeiro e tem uma validade limitada. A tradução juramentada, pelo contrário, é a versão oficial da sua carta noutra língua, com a assinatura e o carimbo de um tradutor habilitado — e é ela que os tribunais, as seguradoras e as administrações exigem quando a carta tem de constar num processo. Conforme o caso, pode precisar de uma, da outra ou de ambas: conte-nos o seu procedimento e dizemos-lhe o que lhe vão pedir.
O que tem de estar visível na cópia que nos envia
A tradução juramentada é integral: reproduz todos os campos da carta, dos dois lados. Para que o tradutor possa certificar cada dado, a fotografia ou a digitalização devem cumprir isto:
- Frente e verso: o verso contém as categorias e as respetivas datas, e também se traduz.
- Todos os campos legíveis: nome, datas de emissão e de validade, número da carta e autoridade emissora.
- Sem cortes nem reflexos que tapem carimbos, hologramas ou letras pequenas.
- PDF ou fotografia de alta qualidade — nunca precisamos da carta física.
Como traduzimos a sua carta de condução
Tudo à distância e sem se separar da carta: continua a conduzir, nós traduzimos.
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Envie-nos os dois lados
Fotografia ou PDF da frente e do verso através do formulário de cotação, por e-mail ou por WhatsApp, indicando a língua de destino.
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Receba a sua cotação fechada
Preço fechado por documento, sem compromisso. O tradutor juramentado começa quando confirmar.
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A sua tradução, em la fecha acordada
Recebe-a em PDF assinado digitalmente — válido para apresentações online — e, se a precisar em papel, por correio expresso ou com levantamento em Adeje, Sevilha ou Málaga.
Porquê juramentada e não uma tradução normal? Porque a DGT, os tribunais e as administrações públicas só aceitam traduções com a assinatura, o carimbo e o número de habilitação de um tradutor juramentado nomeado pelo MAEC. Uma tradução simples, por muito correta que seja, não tem valor oficial: o processo é devolvido e o procedimento recomeça do zero. As traduções para inglês são assinadas pela nossa tradutora interna, nomeada pelo MAEC.
Perguntas frequentes sobre a tradução da carta
Quanto custa traduzir uma carta de condução?
Por ser um documento curto, é uma das traduções juramentadas mais económicas: a cotação é calculada por documento completo, não por linha nem por página solta. Envie-nos os dois lados da carta e receberá um preço fechado antes de decidir, sem compromisso.
A DGT exige sempre a tradução juramentada da carta?
Nem sempre: depende do país emissor e do procedimento. Em regra, as cartas da UE e do EEE não precisam dela, e as de fora precisam quando são trocadas ou juntas a um processo. A própria DGT detalha a documentação de cada procedimento; em caso de dúvida, diga-nos de que país é a sua carta e nós orientamos.
Tenho de enviar a carta original?
Não. Trabalhamos com fotografia ou digitalização dos dois lados: nunca se separa da carta e pode continuar a conduzir normalmente. Pedimos apenas que todos os campos, carimbos e datas se leiam com clareza.
A tradução juramentada da carta caduca?
A tradução juramentada não caduca: certifica o documento tal como era à data da tradução. Contudo, se a sua carta for renovada ou mudar de número, a entidade pedirá uma tradução da carta nova, porque os dados já não coincidem.
A licença internacional substitui a tradução juramentada?
Não: são documentos diferentes, com utilizações diferentes. A licença internacional habilita-o temporariamente a conduzir noutros países; a tradução juramentada é a que os tribunais, as seguradoras e as administrações exigem quando a carta tem de constar oficialmente num processo. Há procedimentos em que precisará de ambas.
Em que formato recebo a tradução?
Em PDF com a assinatura eletrónica do tradutor juramentado, com a mesma validade legal do papel, e opcionalmente em papel por correio expresso para qualquer ponto de Espanha ou com levantamento nos nossos escritórios de Adeje, Sevilha e Málaga.